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Empresários que criam empregos recebem apoio do Governo

Executivo reforça apoio a empresários e anuncia financiamento de 30 mil milhões Kz para impulsionar empregos

O Executivo angolano voltou a deixar claro que não pretende abandonar quem está na linha da frente da criação de empregos no país. Durante um encontro realizado esta quinta-feira, na província de Benguela, o ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano, garantiu que o Governo continuará a apoiar empresários e agentes económicos que contribuem para o crescimento nacional.

A declaração foi feita na abertura da reunião da Equipa Económica com o Grupo Técnico Empresarial e líderes de associações empresariais, que decorreu no Polo de Desenvolvimento Industrial da Catumbela, no município da Catumbela.

Mais produção e mais investimento no foco do Governo

Segundo o governante, o momento atual exige maior esforço coletivo. O objetivo do Executivo passa por aumentar a produção nacional, estimular o investimento privado e reforçar o compromisso de todos com o desenvolvimento económico.

José de Lima Massano destacou ainda que, em períodos mais difíceis, o papel do Governo torna-se ainda mais importante, sobretudo na criação de condições para que as empresas continuem a operar e a gerar empregos.

Financiamento de 30 mil milhões de kwanzas para empresas

Um dos principais anúncios feitos durante o encontro foi a criação de uma linha de financiamento avaliada em 30 mil milhões de kwanzas, destinada a apoiar empresas afetadas por recentes adversidades, incluindo as fortes chuvas que atingiram várias regiões do país, com maior impacto em Benguela.

O objetivo desta medida é permitir que as empresas consigam recuperar a sua capacidade produtiva e continuar a desempenhar o seu papel na economia.

Empresários no centro da estratégia económica

A mensagem do Executivo é clara: os empresários continuam a ser vistos como peças-chave para o desenvolvimento de Angola. Ao garantir apoio financeiro e institucional, o Governo pretende manter ativa a dinâmica económica, proteger empregos existentes e incentivar a criação de novas oportunidades de trabalho.

Num contexto de desafios económicos, esta posição reforça a aposta na parceria entre o Estado e o setor privado como motor de crescimento sustentável no país.

Fonte: Jornal de Angola

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