Greve no Hospital Divina Providência

Trabalhadores cruzam os braços

João Pedro|
Trabalhadores do Hospital Divina Providência, em Luanda, entre médicos, enfermeiros e pessoal auxiliares paralisaram, desde segundafeira, a actividade, alegando
o desrespeito pelo cumprimento do caderno reivindicativo apresentado à direcção, que se consubstancia no aumento salarial, prestação de alimentos e outras regalias.

No hospital, apenas estão abertos os serviços de internamento de pediatria, medicina e o centro de nutrição.

Os grevistas exigem salários igual a da função pública e os respectivos subsídios.

O director do Hospital Divina Providência, irmão Miranda André, considera justas os pontos constantes no caderno reivindicativo, mas alega que a instituição perdeu a capacidade de garantir todas as condições que eram oferecidos anteriormente. 

Sublinhou que a quota que recebiam do Orçamento Geral do Estado foi reduzida, face à actual condição que o país atravessa. “Desde Novembro do ano passado que não recebemos nada, o mesmo acontece com as doações que tínhamos direito. O corte da verba, proveniente do OGE, colocou-nos numa situação lastimável”, lamentou o director do hospital.

Nesta perspectiva, irmão Miranda André disse não ser este o momento do aumento salarial, conforme exigido, referindo que, como medida de contenção de custos, foram obrigados a suspender, momentaneamente, a alimentação para os trabalhadores que não estão em regime de turno.

Por isso, apelou à sensibilidade dos funcionários a manterem os serviços mínimos e que prevaleça o espírito de negociação dentro do que é possível resolver, de comum acordo.
O porta-voz da comissão sindical dos trabalhadores, António Ulu, garantiu que os serviços só serão retomados assim que a direcção atender os pontos constantes no caderno reivindicativo.

António Ulu explicou que a Divina Providencia é um hospital com parceria do Estado e há quatro fontes de receitas, o que pressupõe dizer que é possível ter o salário equivalente a da função pública, além dos subsídios que foram cortados e de outros direitos.

Fonte: Jornal de Angola

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