TAAG em tempo de crise investe 140 milhões de dólares no reforço dos voos domésticos

Com a chegada do quarto avião, dos seis aparelhos que companhia de aviação aérea nacional, TAAG, contratualizou com a “De Havilland of Canada Limited”, do tipo Dash 8-400 turbo hélice, só faltam duas aeronaves para completar a remessa feita pelo Governo e que devem chegar ao País entre Dezembro do corrente a Março de 2022. As aeronaves, no seu conjunto, estão avaliadas em 140 milhões dólares.

A redução das assimetrias regionais passa pela aquisição de novas aeronaves, aumento de frequências de voos e pela implementação de novas rotas da companhia. Questionável pode ser o momento pode ser o momento, uma vez que a avião civil mundial está, muito lentamente, a sair de uma crise, em que, muitas e relevantes companhias, até mesmo de bandeira como a TAAG, estão a ser redimensionadas ou a serem compradas por outras companhias de maior dimensão.

Seja como for, esta é a aposta do Governo para responder a uma necessidade premente da mobilidade área nacional. A nova aeronave tem capacidade para transportar 74 passageiros, sendo 64 para a classe económica e 10 para executiva. O aparelho tem uma autonomia de voo de seis horas, sobrevoa até 2.500 metros de altitude, e pode atingir uma velocidade de até 700 km/hora, e foi baptizado com o nome “Cassai”, homenageando o rio da província da Lunda Sul.

De acordo com a direcção da empresa, no âmbito do programa de modernização e restruturação da companhia, a aeronave deverá reforçar, essencialmente, as rotas domésticas com realce para Cabinda (que regista maior procura), Lubango e Saurimo e, posteriormente retomar a rota Luanda/Menongue. “Está também previsto o aumento gradual das rotas regionais”, disse o gestor de projectos da TAAG à imprensa.

Miguel Cassoma explicou que este aparelho entra em operações nos próximos 15 dias, depois de cumprir os procedimentos de licenciamento de voo junto da Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC).

“Este avião vai responder a necessidade dos passageiros das rotas domésticas, porque era uma espécie de perda de recurso usar um Boeing do tipo 737-700 para distâncias muito curtas”, clarificou Miguel Cassoma.

A transportadora de bandeira nacional, até ao momento, não cobre todo o País e, conta com uma frota de 19 aeronaves comerciais, sendo 4 do tipo Dash 8-400, sete Boeing 737-700, três 777-200 e cinco 777-300.

Fonte: Epansão
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