Angolanos residentes no exterior passam a votar nas eleições gerais

Proposta de Lei de Revisão da Constituição foi apreciada pelo Conselho de Ministros na terça-feira e entregue à Assembleia Nacional no mesmo dia. Diploma constitucionaliza um período fixo para a realização das eleições.

Garrido Fragoso Os cidadãos nacionais residentes no estrangeiro poderão votar nas eleições gerais, caso seja aprovada a proposta de Revisão da Constituição da República, de iniciativa do Presidente da República, João Lourenço. 

A proposta foi apreciada, na terça-feira, na segunda reunião ordinária do Conselho de Ministros, e foi remetida, no mesmo dia, à Assembleia Nacional.

Ao anunciar a proposta de revisão da Constituição, que inclui a eliminação do gradualismo como princípio constitucional condutor do processo de institucionalização efectiva das autarquias locais no país, o Presidente da República, João Lourenço, disse que o objectivo é preservar a estabilidade social e a consolidação dos valores fundamentais do Estado
Democrático de Direito.

O Chefe de Estado, que tomou a iniciativa de revisão nos termos do artigo 233º, da Constituição da República de Angola, indicou que a proposta inclui a clarificação do modelo de relacionamento institucional entre o Presidente da República, enquanto Titular do Poder Executivo, e a Assembleia Nacional, no que respeita à fiscalização política, bem como à afirmação constitucional do Banco Nacional de Angola (BNA)como Entidade Administrativa Independente do Poder Executivo Outro ponto que consta da proposta é a constitucionalização de um período fixo para a realização das eleições gerais.

Ao discursar na abertura da sessão do Conselho de Ministros que apreciou o diploma, o Presidente da República referiu que a proposta de revisão prevê a inclusão de novas matérias, assim
como a clarificação de diferentes aspectos da Constituição da República. 

“Com esta proposta de revisão pontual da Constituição, pretende-se preservar a estabilidade dos seus princípios fundamentais, adaptar algumas das suas normas à realidade vigente, mantendoa ajustada ao contexto político, social e económico, clarificar os mecanismos de fiscalização política e melhorar o relacionamento institucional entre os órgãos de soberania, bem como corrigir algumas insuficiências”, sublinhou.

Pretende-se, com isto, prosseguiu, ter uma melhor Constituição, para que continue a ser o principal instrumento de estruturação da sociedade angolana, capaz de congregar os angolanos em torno do projecto comum de sociedade, a construção de uma sociedade de paz, justiça e progresso social.

João Lourenço informou que a proposta de revisão da Constituição da República surge “depois de uma profunda reflexão e de um estudo aturado, mas sobretudo da experiência resultante da sua aplicação”.

O comunicado da reunião do Conselho de Ministros esclarece que a proposta de Lei de Revisão da Constituição da República visa permitir a sua adequação ao actual contexto do país, o ajustamento e o melhoramento de algumas matérias que não estavam suficientemente tratadas na Constituição, uma melhor elevação da lei suprema e a elevação de outras matérias que anteriormente não possuíam consagração constitucional.

“As alterações constitucionais propostas observam, de forma escrupulosa, os limites formais, temporais, materiais e circunstanciais de revisão constitucional, consagrados na Constituição e visam fortalecer o Estado de Direito Democrático, a separação e interdependência dos órgãos de soberania, o respeito pelos direitos fundamentais, o sufrágio universal, directo, secreto e periódico para a designação dos titulares electivos dos órgãos de soberania e das autarquias locais, bem como a independência dos tribunais”, sublinhou.

A proposta de Lei de Revisão da Constituição da República foi entregue pelo ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida, acompanhado pelos ministros da Justiça e dos Direitos Humanos, Francisco Queiroz, e da Administração do Território, Marcy Lopes.

Adão de Almeida explicou que além do diploma de revisão, foram também portadores de uma missiva do Presidente João Lourenço ao líder da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos.

Fonte: Jornal de Angola

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Já em Angola 624 mil doses de vacinas contra a Covid-19

ANGOLA RECEBE PRIMEIRAS VACINAS CONTRA A COVID-19

Luanda – Angola recebeu, nesta terça-feira, 624 mil doses de vacinas contra a Covid-19.

Trata-se do primeiro lote disponibilizado pela COVAX-Facility, como parte de um lote de 2.172 mil doses que devem chegar ao país até ao final do mês de Maio deste ano.

Espera-se receber, até final de Junho, 6.4 milhões de doses da AstraZeneca ou outras disponíveis para cobrir as necessidades da primeira etapa do Plano de Vacinação contra a Covid-19, gizado pelo Ministério da Saúde, cobrindo 20 por cento da população.

Angola é o terceiro país africano a receber as vacinas Astrazeneca, depois do Gana e da Cote D’Ivoire.

O Governo angolano está a trabalhar com a iniciativa Covax, formada pela Aliança Global para Vacinas e Imunização, Organização Mundial de Saúde (OMS) e Coligação de Inovações na Preparação para as Epidemias (CEPI), a fim de garantir que o país tenha acesso às vacinas.

Recentemente, a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, anunciou que o país prevê receber, numa primeira fase, cinco milhões de vacinas, de um lote de 12 milhões. A previsão aponta para 15 milhões de doses até ao mês de Abril de 2021.

Angola prevê vacinar 53 por cento da população contra à Covid-19, num total de 16, 4 milhões de pessoas, em duas fases.

No quadro do combate e prevenção contra à Covid-19, o governo angolano desembolsou trinta e dois mil milhões de kwanzas. 

O país obteve, igualmente, o apoio das agências das Nações Unidas, avaliado em 6.2 milhões de dólares em reagentes e material de biossegurança.

Fonte: Angop

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Proposta da Revisão da Constituição já na Assembleia Nacional

PROPOSTA DE LEI DE REVISÃO DA CONSTITUIÇÃO ENTREGUE À AN

Luanda – O Executivo angolano entregou nesta terça-feira à Assembleia Nacional a proposta de Lei de alteração à Constituição da República de Angola, em vigor desde 5 de Fevereiro de 2010.

O diploma foi entregue pelo ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida, ao presidente da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos.

Em declarações à imprensa, o governante clarificou que o Chefe de Estado angolano, João Lourenço, nos termos do artigo 233º da Constituição, tomou a iniciativa de revisão da lei magna.  

Salientou tratar-se de um conjunto de propostas de revisão da Constituição que visam melhorar o texto, corrigindo aspectos na perspectiva de se ter uma lei capaz de rever a vida nacional.

Disse contar com a contribuição dos partidos políticos e membros da sociedade civil, visando uma lei magna que responda aos anseios da população.

Ao intervir na abertura da 2ª reunião ordinária do Conselho de Ministros, o Presidente João Lourenço avançou que pretende clarificar a questão da fiscalização do Parlamento dos actos do Presidente da República, entre outras matérias.

Indicou que a revisão pontual abrangerá a questão do processo de votação dos angolanos residentes no estrangeiro, bem como a questão do gradualismo das eleições autárquicas em Angola.

Esta será a primeira revisão à Constituição da República, aprovada em 2010, pela Assembleia Nacional, com 186 votos a favor, nenhum contra e duas abstenções.

Na ocasião, a votação não contou com a presença dos deputados da UNITA, que justificaram a sua ausência como um protesto.

Segundo a lei magna vigente, é eleito Presidente da República o cabeça de lista de um partido ou coligação de partidos políticos que obtenha maior número de votos num pleito eleitoral.

Estabelece que a revisão parcial ou total deste instrumento jurídico pode ser feita mediante proposta do Presidente da República ou por dois terços (2/3) dos deputados da Assembleia Nacional.

Fonte: Angop

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Haveria algum mal se o PR passasse a ser interpelado pelos deputados?

RECRUTAMENTO

É verdade que a sugestão de revisão constitucional abre uma janelinha para a fiscalização dos actos do Governo pelos deputados. Todavia, não se esqueçam que se está a “embarrar” aquilo que teria mais “piada” e seria mais interessante de se ver neste aspecto da proposta. Ou seja, o Presidente da República — enquanto Titular do Poder Executivo (que na realidade significa que é o chefe do Governo) — passar a ser interpelado pelos deputados para ir à Assembleia Nacional defender a sua governação.

Fonte: Club-k.net

Aí sim, teríamos o Titular do Poder Executivo a dar mostras de solidariedade institucional, dando a cara pelas coisas que não corram bem a nível do seu governo.

Tal não tem acontecido, sendo na verdade o Presidente lesto a “sacrificar” os seus ministros e colaboradores, recorrendo a exonerações atrás de exonerações, sem explicar as razões destas defenestrações. Ora, isso é fazer o mesmo que uma empregada preguiçosa e negligente faz: varrer o lixo para debaixo do tapete. O lixo se acumula e, cedo ou tarde, acaba por feder.

Seria mais digno e nobre o Chefe do Governo despir-se de temores e aceitar ir regularmente ao Parlamento para responder aos deputados (e por via destes à sociedade), por tudo quanto de bom ou de mau seja assacado ao Executivo.

Há um princípio de administração geral, em cadeias hierárquicas e de comando, que estabelece que a responsabilidade não se delega, mas sim a autoridade. Se uma ponte desabar por deficiência técnica, o ministro da tutela respectiva tem de ter sempre a coragem e honestidade de assumir a responsabilidade pela sinistra ocorrência, em lugar de simplesmente ceder à tentação de entregar a cabeça do engenheiro da obra. A responsabilidade será sempre do ministro (ou quando muito repartida), que apenas delegou ao engenheiro a autoridade para agir em seu nome.

No extremo, foi algo do género que sucedeu em Portugal quando há umas duas décadas ruiu uma ponte e isso ocasionou, inclusive, danos humanos. O ministro em causa, o socialista Jorge Coelho (que por sinal até é um velho amigo do regime do MPLA) demitiu-se imediatamente. Fê-lo antes mesmo que chegasse ao fim um inquérito que mandara instaurar.

Seria, então, importante que entre nós se instalasse uma cultura de assunção de responsabilidades. E que fosse o Presidente a dar o mote, deixando-se interpelar pelos representantes do Povo na Assembleia Nacional.

Haja coragem para tanto.

Fonte: Club-k.net

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Primeira vacina em Angola recebida por Profissional de saúde

RECRUTAMENTO

Amélia do Amaral Gourgel, de 71 anos, uma profissional de saúde reformada, tornou-se, ontem, a primeira angolana a ser vacinada contra a Covid-19 em Angola.

O facto aconteceu ontem, em Luanda, poucas horas depois de o país ter recebido o primeiro lote de 624 mil doses de vacinas contra a Covid-19  AstraZeneca, produzidas na Índia, no âmbito da iniciativa Covax, tornando-se, assim,  no primeiro Estado dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e no terceiro país africano a receber as vacinas AstraZeneca, depois do Ghana e da Côte d’Ivoire.

Primeira vacina em Angola recebida por Profissional de saúde
Primeira vacina em Angola recebida por Profissional de saúde

A anciã e outros técnicos da Saúde foram vacinados após a inauguração do Depósito Central de Vacinas, instalado no bairro Palanca, município do Kilamba Kiaxi, em Luanda. O médico Bravo da Rosa, da linha de frente no combate à Covid-19, disse estar feliz por fazer parte do primeiro grupo a ser vacinado em Angola. Afirmou que vai continuar na luta, tratando com dedicação e profissionalismo todas as pessoas.

A ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, que falava à imprensa após a recepção do primeiro lote de imunizantes, disse que o Plano de Vacinação prevê, numa primeira fase, profissionais da Saúde, doentes com comorbilidades, professores, idosos, efectivos dos Órgãos de Defesa e Segurança e outros que estão expostos constantemente ao risco de contágio.
A ministra esclareceu que as duas doses da vacina AstraZeneca vão ser administradas num período de oito semanas. As 624 mil doses disponibilizadas pela Covax fazem  parte de um lote de mais de dois milhões de doses que devem chegar ao país até finais de Maio.

Sílvia Lutucuta informou que até finais de Junho deste  ano, o país vai imunizar 6,4 milhões de habitantes com  a vacina AstraZeneca, o que corresponde a 20 por cento do Plano de Vacinação da Covax.  De acordo com a ministra da Saúde, a primeira fase de vacinação vai contemplar as províncias de Luanda, Benguela e Cabinda, por serem as regiões com maior número de casos positivos activos.

O Governo angolano, referiu Sílvia Lutucuta, aderiu à iniciativa Covax em Julho do ano passado. Apesar da pressão internacional na procura de imunizantes contra a Covid-19, frisou, Angola tem iniciativas próprias para a aquisição de outras vacinas para inocular a população.
A vacina AstraZeneca foi desenvolvida de forma conjunta entre a Universidade Oxford e a Farmacêutica AstraZeneca e está autorizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Agência Europeia de Medicamentos.

Fonte: Jornal de Angola.

ONU denuncia falsas ofertas de Emprego em Angola

O gabinete da coordenadora residente do Sistema da ONU em Angola desmentiu, segunda-feira, estar a promover cursos na província da Huíla em nome do Conselho Económico e Social das Nações Unidas, alertando, igualmente, para as pessoas não aderirem às falsas ofertas de emprego na Internet.

Num comunicado distribuído à imprensa, a ONU advertiu que a actividade na Huíla  ou os indivíduos nela envolvidos não estão, de nenhuma forma, afiliados às Nações Unidas, recomendando às pessoas que:

“ajam com extrema cautela e não respondam a pedidos de transferências de dinheiro, nem concedam informações particulares”.

A nota avisa  que as Nações Unidas não cobram qualquer taxa durante os seus processos de recrutamento, assim como não solicitam informações de indivíduos em relação às suas contas bancárias particulares. Tão pouco oferecem prémios, recursos, certificados ou bolsas académicas através de e-mails, fax ou telefone, a não ser que tais ofertas tenham sido divulgadas por órgãos oficiais.

Recorda, também, que as Nações Unidas não promovem lotarias nem compensam vítimas de fraudes.

Neste sentido. a ONU recomenda às  vítimas dessas solicitações que as denunciem  às autoridades judiciais nacionais para que medidas cabíveis sejam tomadas contra esses grupos de malfeitores que pululam pelas redes sociais.  

Fonte: Jornal de Angola

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Estado assume posição no Standard Bank Angola

Os accionistas do Standard Bank de Angola foram, recentemente, convocados para uma Assembleia-Geral extraordinária a realizar-se a 29 deste mês, onde vai ser confirmada a entrada de Patrício Bicudo Vilar, como administrador não executivo, em representação do Estado, confirmada a substituição do ex-sócio Carlos de São Vicente por falta de idoneidade.

A reunião deverá acontecer já na nova sede do banco, em Talatona, província de Luanda, encontrando-se em curso o respectivo processo de aprovação pelo Banco Nacional de Angola e subsequentes formalidades legais e também pelo facto de a actual sede encontrar-se em processo de desactivação e obras de reparação para a devida entrega ao senhorio.

Falta de quórum
Uma nota do banco dá conta que em caso de falta de quórum para que a Assembleia-Geral delibere sobre os pontos elencados na ordem de trabalhos, ficam desde já os accionistas convocados para o dia 14 de Abril, às 9h30, no mesmo local. O Standard Bank de Angola, S.A, sociedade anónima de direito angolano, apresenta-se com um capital social de 9.530.006.500,00 (nove mil milhões, quinhentos e trinta milhões, seis mil e quinhentos kwanzas), segundo dados revelados.

Segundo se apurou, estão agendados quatro pontos. Isto é, renovar, com efeitos retroactivos, a deliberação de destituição por justa causa do administrador não executivo Carlos Manuel Neto de São Vicente, com fundamento em incapacidade por impedimento e por impossibilidade física para o exercício do cargo e falta de idoneidade, tomada na reunião da Assembleia-Geral Extraordinária, que teve lugar no dia 28 de Dezembro de 2020; renovar, com efeitos retroactivos, a deliberação de destituição por justa causa do administrador não executivo Ivo Emanuel Neto de São Vicente, com fundamento em incapacidade por impedimento para o exercício do cargo e falta de idoneidade, tomada na reunião da Assembleia-Geral Extraordinária, que teve lugar no dia 28 de Dezembro de 2020; renovar, com efeitos retroactivos, a deliberação de eleição de Patrício Bicudo Vilar para o cargo de administrador não executivo para o mandato em curso, tomada na reunião da Assembleia-Geral Extraordinária, que teve lugar no dia 28 de Dezembro de 2020 e renovar, com efeitos retroactivos, a deliberação de eleição de Silvano Honório Campos de Araújo para o cargo de administrador não executivo para o mandato em curso, tomada na reunião da Assembleia-Geral Extraordinária, que teve lugar no dia 28 de Dezembro de 2020.

Outros bancos
Ao que foi possível apurar de convocatórias divulgadas através das páginas do Jornal de Angola, os bancos de Inestimento Rural (BIR), Angolano de Investimentos (BAI) e Prestígio também convocaram para este mês de Março a realização de assembleias de accionistas, para deliberar sobre os projectos deste ano e os resultados do ano passado.

No caso do BAI, a reunião deverá dar nota aos accionistas do processo de alienação da participação do Estado com base no Programa de Privatizações (PROPRIV) em curso bem como das deligências pretendidas para a Oferta Pública Inicial (OPI) da respectiva participação abdicada por aquele accionista. Nos termos do artigo 399º da Lei das Sociedades Comerciais, o presidente da Mesa da Assembleia-Geral pode autorizar qualquer outra pessoa a estar presente em representação do accionista ausente por razões justificadas, mas esta pode sempre revogar essa autorização.
Fonte: Jornal de Angola – Por Isaque Lourenço – Jornalista

Zunga e Violência põem à prova Mulheres Angolanas

RECRUTAMENTO

Luanda – Mãe, esposa, irmã, amiga e, em muitos casos, chefe de família, a mulher é considerada o pilar da sociedade em geral, mas também é a maior vítima de quem a devia proteger e mimar.

(Por: Francisca Augusto, jornalista da ANGOP)

As mulheres lutam para a estabilidade do lar, sofrem para alimentar e vestir os seus, esmeram-se nas funções mais prestigiadas, quando se lhes dá oportunidades, mas também são vítimas da sociedade com os piores empregos, presas de predadores sexuais, que as violentam ou engravidam ainda menores e, frequentemente, outras, com lar, são agredidas de qualquer forma pelos maridos.   

Há mudanças, isto é um facto, pois hoje já se assiste a maiores oportunidades às mulheres e a criação de instrumentos jurídicos que as defendem, no entanto, ainda falta muito para que deixem de sentir qualquer tipo de moléstia.

Sobreviventes por natureza, elas enfrentam muitas batalhas diárias, tais como a zunga (venda ambulante), gravidez precoce e a violência doméstica, sem, no entanto, desistirem dos seus objectivos e sonhos.

Antes educada somente para exercer o papel de dona-de-casa, mãe e esposa, hoje a mulher exerce muitas funções na sociedade, que vão das mais modestas até aos altos cargos, incluindo aqueles inicialmente restritos ao homem, conquistando espaço e mostrando capacidade nas sociedades modernas.

As zungueiras, por exemplo, dispostas a vencer e mostrar ao mundo que são capazes de lutar de igual para igual com os homens, apresentam-se, diariamente, com bacias à cabeça ou comandando operações em diversos locais no país, num exemplo de perseverança.

São a maioria, comparativamente aos homens, mas poucas quando se trata de melhores oportunidades.

Dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) apontam que o país conta com 16.444.380 mulheres, de um total de 32.097.671 habitantes. 10.379.766 vivem nas zonas urbanas e 6.064.614 no meio rural .

Zunga: o sustento de milhares de famílias angolanas

A zunga é protagonizada, principalmente, por mulheres cujo objectivo é a busca incessante do sustento familiar, percorrendo, diariamente, longas distâncias a pé, com produtos como pão, frutas, roupas, peixe em bacias à cabeça e com bebés às costas.

Cerca de 70% das pessoas na zunga são mulheres, muitas carregando filhos menores, com sol ou chuva, em cerca de 14 horas de trabalho por dia. São a base de sustento de milhares de famílias no país.

Elas estão por toda parte. Sem bancadas, lojas e nem um palco, o trabalho é feito nas ruas, em frente às empresas, supermercados e nas principais avenidas do país. Até levam os seus produtos à porta dos clientes, que, muitas vezes, evitam ir aos mercados formais, fugindo das aglomerações.

O que vale é a criatividade de cada uma. Imbuídas no espírito do comércio, tudo fazem para conquistar a clientela, com umas a utilizar megafones, que reproduzem o seu pregão previamente gravado no aparelho.

Mulheres guerreiras

Joana Domingos e Madalena Cassanda vivem na periferia da capital do país e, tal como outras mulheres, fazem-se à estrada ainda antes do nascer do sol, percorrendo as ruas de Luanda todos os dias.

Joana Domingos, de 45 anos, conhecida como “Comeu Arrotou”, faz as vendas nas ruas do município do Cazenga, galgando, há 10 anos, o bairro da Petrangol.

Mulher alta, esbelta, de olhos castanhos, Joana Domingos começou a vender peixe com 35 anos de idade por incentivo de uma tia. Não diz quanto ganha nas cinco horas que trabalha por dia, mas conta que consegue formar e sustentar os quatro filhos.

Já Madalena Cassanda, de 50 anos, afirma gostar do trabalho que faz e está acostumada a percorrer as ruas da cidade à busca do “pão de cada dia”. Mãe de três filhos, mostrou-se orgulhosa do seu trabalho, referindo que conseguiu formar a filha de 30 anos. Pede ao governo que crie políticas que facilitem o trabalho ambulante.

Todos os dias, Madalena Cassanda percorre as ruas com uma caixa cheia de bolinhos que se esgotam. O segredo do sucesso, como ela confessa, está na ponta da língua. São 30 segundos de um anúncio mais longo que um comercial de televisão.

A comerciante era empregada doméstica e há sete anos decidiu mudar de vida, passando a vender os bolinhos a que chama de “kuia kuia”, que se tornou no seu “grito de guerra” e sua marca registada na zunga.

De sol a sol e com a mercadoria à cabeça, muitas delas deixaram de se preocupar com os perigos que possam encontrar nas ruas (desde assaltos à saída ou no retorno a casa, durante a venda, até perseguições, agressões e incompreensões) por saberem que, no regresso, a sua família sobrevive…

(Por: Francisca Augusto, jornalista da ANGOP)

Fonte: Angop

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Angola ganha primeira Academia Especializada no ramo Imobiliário

Primeira Academia Imobiliária em Angola

O país vai ganhar, ainda neste mês, a primeira academia especializada no ramo imobiliário, fruto de um investimento privado de aproximadamente 15 milhões de kwanzas, promovido por jovens que, por conta da necessidade de aumentar o nível de literacia para melhorar o ambiente de negócios no sector, decidiram apostar na formação de operadores, com destaque para os informais.

O anúncio para a abertura oficial da Xalima Academy, a ter lugar no próximo dia 26, foi feito durante o Fórum Imobiliário que decorreu em Luanda, na última Sexta-feira, e debateu a sustentabilidade económica do sector em Angola.

De acordo com a fundadora, que falava durante a apresentação da academia aos participantes do fórum, o principal motivo para a sua criação foi a necessidade de ajudar
a organizar o mercado imobiliário, através da aposta na formação dos profissionais, e, com isso, combater a informalidade.

Por outro lado, faz parte da agenda inverter o quadro da falta de apoio que muitos operadores emergentes encontram para se firmar no mercado.

Em entrevista a OPAÍS, Tatiana Lima informou que, até agora, já foram aplicados cerca de 15 milhões de kwanzas na construção e apetrechamento da academia, localizada no Lar do Patriota, tendo garantido que a mesma vai beneficiar grandemente os profissionais e empresas que actuam no segmento imobiliário.

“O que pretendemos é, na verdade, inovar e desenvolver o sector”, disse, adiantando, também, que serão disponibilizadas informações sobre o mercado imobiliário em todo o país.

A sua entrada em funcionamento tem garantidos mais de 15 postos de emprego. Por enquanto, as formações arrancam apenas em Luanda, onde se vai focar na estabilização e captação de clientes, e, em tempo oportuno, abrir mais centros em outras províncias.

Numa primeira fase, explica Tatiana Lima, serão recebidos atécem formandos, que poderão beneficiar dos cerca de 24 cursos disponíveis (entre eles Direito, Marketing, Gestão, Técnicas de Venda e Negociação, Transacção e Tributação de Património, todos virados para o sector imobiliário), a serem ministrados por professores nacionais e estrangeiros.
Apesar das vicissitudes do mercado, garantiu que, este ano, a sua empresa começou com vários pedidos de venda e formação de consultores.

Abordando a situação do mercado imobiliário na fase em que decidiu investir, em 2018, a jovem disse que:

“as imobiliárias são parceiras e, neste ramo, não se podem olhar
como adversárias”. Por isso, apelou mais união entre as empresas”, para que cada uma tire vantagem das parcerias.

Tatiana Lima fundou a Xalima Angola com o propósito de contribuir para a redução do índice de desemprego em Angola, inovar e ajudar a camada juvenil no acesso ao mercado de emprego.

Actualmente, conta com mais de 50 funcionários a trabalhar nas diferentes áreas de prestação de serviços da empresa.

Fonte: Jornal o País

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Escolas sem pessoal Administrativo e Empregados de Limpeza

Escolas carecem de pessoal administrativo e empregadas de limpeza

Duas semanas depois do reinício das aulas no ensino primário, o sector da Educação do Cuando Cubango continua sem pessoal administrativo, vigilantes e funcionários de limpeza para ajudar os alunos a cumprirem com as medidas de prevenção da Covid-19.

Falando ao Jornal de Angola, o director do Gabinete Provincial da Educação, Miguel Kanhime, disse que, devido à inexistência desse pessoal, os professores são obrigados a permanecerem à entrada dos recintos escolares para direccionarem os alunos aos locais de higienização das mãos e às salas de aula, evitando, assim, que eles permaneçam no pátio a brincarem.
“Os alunos do ensino primário são crianças alegres, que gostam de brincar com os seus amigos. Devido à pandemia da Covid-19, é necessário evitar esses contactos para que não haja a propagação da doença, mas, para isso, precisamos de pessoal para acompanhá-los, para que não  fiquem a brincar ou troquem as máscaras entre si”, disse.

Salientou que, neste momento, o Gabinete Provincial da Educação tem o registo de apenas 237 de pessoal administrativo, distribuído por 274 escolas dos mais variados níveis de ensino.
Miguel Kanhime garantiu que, desde o reinício das aulas no ensino primário, os professores e alunos têm afluído às escolas para recuperarem o tempo perdido e elogiou os pais e encarregados de educação que têm tido a paciência de acompanhar os educandos à escola. director do Gabinete Provincial da Educação assegurou que todas as escolas do ensino primário dispõem de zonas para a higienização das mãos com água e sabão, desinfecção com álcool em gel e foi garantido o distanciamento físico entre os alunos nas salas de aula.

Miguel Kanhime defendeu que, apesar disto, é necessário as escolas contarem com funcionários que possam controlar os alunos antes e depois de saírem das turmas. Acrescentou que esta situação só será resolvida com o ingresso de mais técnicos administrativos.
No presente ano lectivo foram matriculados 149.333 alunos, dos quais 120 mil no ensino primário, 19 mil no Iº ciclo e 10.333 no IIº ciclo. Cerca de 30 mil crianças estão fora do sistema normal de ensino.
Actualmente, o Cuando Cubango conta com 274 escolas, 1.795 salas de aula, cerca de seis mil professores do ensino primário, Iº e IIº ciclos.

Fonte: JA