Mais de 1.800 profissionais estão inscritos na Ordem dos Arquitectos de Angola (AO), destacou o bastonário da organização, para quem o número é insuficiente e não consegue dar a devida resposta às necessidades dos angolanos.
Celestino Chitonho disse à imprensa, sábado, durante uma acção formativa, realizada sob o lema “Orientação Metodológica”, dirigida aos profissionais das Administrações de Luanda, no Distrito Urbano do Rangel, que é preciso inverter o quadro.
O actual número, realçou, é insuficiente para atender todo o país. Luanda, com 1.600 arquitectos inscritos na Ordem, possui o maior número de profissionais. “Os arquitectos devem ser distribuídos em todo o território nacional e ser inseridos na Função Pública”, destacou.
A Ordem, afirmou, está preocupada com a qualidade das infra-estruturas edificadas em Luanda e noutras províncias, assim como com os materiais aplicados nas construções. “O arquitecto é o elo principal nas questões ligadas à ordenação dos espaços públicos para a urbanização, é um fiscalizador das principais infra-estruturas erguidas”, explicou, acrescentando que as acções de formação servem para aumentar a qualidade e a capacidade dos quadros do sector sobre as boas práticas no exercício da profissão.
A acção formativa, uma iniciativa conjunta entre a Ordem dos Arquitectos de Angola e a Administração do Distrito Urbano do Rangel, aconteceu no Centro Integrado de Formação Tecnológica (CINFOTEC) e permitiu aos participantes debaterem sobre ética e deontologia profissional, o actual estado do património e o papel dos instrumentos de ordenamento do território no quotidiano das decisões técnicas.
Reestruturação
O director municipal de Infra-estruturas, Ordenamento do Território e Habitação de Luanda, Cláudio Rivelas, considerou necessário corrigir determinadas acções e irregularidades ligadas ao ordenamento e à construção de algumas infra-estruturas.
A Administração Municipal de Luanda, esclareceu, está a desenvolver acções para requalificar algumas infra-estruturas, bem como recuperar os largos públicos. “Temos acompanhado os projectos em curso, em especial os de impacto social, como as escolas e hospitais, para que os aspectos técnicos e urbanos estejam em conformidade, de acordo com as regras arquitectónicas”, acrescentou.
Fonte: JA
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