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Zona Económica Especial Luanda-Bengo gera mais de 20 mil empregos em 17 anos de actividade

Zona Económica Especial Luanda-Bengo gera mais de 20 mil empregos em 17 anos de actividade

A Zona Económica Especial (ZEE) Luanda-Bengo criou mais de 20 mil postos de trabalho ao longo dos seus 17 anos de existência, consolidando-se como uma das infra-estruturas estratégicas para o desenvolvimento industrial, a atracção de investimentos e a diversificação da economia angolana.

Os resultados foram destacados pelo Presidente do Conselho de Administração (PCA) da ZEE, Manuel Francisco Pedro, que considera que os investimentos realizados ao longo dos anos têm contribuído para o aumento da capacidade produtiva e para a criação de oportunidades de emprego em diferentes sectores da economia.

Mais de 100 projectos em fase de conclusão

Segundo as informações divulgadas, a Zona Económica Especial Luanda-Bengo conta actualmente com mais de 100 projectos em fase de conclusão, demonstrando a continuidade dos investimentos e o interesse no desenvolvimento de novas actividades industriais.

A implementação destes projectos poderá contribuir para o reforço da produção nacional, a expansão das actividades económicas e o surgimento de novas oportunidades de trabalho.

Ao longo dos últimos 17 anos, a ZEE tem acolhido unidades industriais de diferentes sectores, desempenhando um papel importante na promoção da indústria nacional e na dinamização da economia.

Angola prepara inauguração de indústria farmacêutica

Entre os novos investimentos previstos, destaca-se a inauguração de uma unidade industrial farmacêutica, anunciada pelo PCA da Zona Económica Especial Luanda-Bengo.

De acordo com Manuel Francisco Pedro, a infra-estrutura deverá acolher, nos próximos tempos, aquela que apresentou como a primeira indústria farmacêutica do país.

A iniciativa representa mais um passo no processo de diversificação da produção nacional, com potencial para fortalecer o sector industrial ligado à saúde e reduzir a dependência de produtos importados.

Diversificação económica e redução das importações

Apesar dos resultados alcançados, a Zona Económica Especial Luanda-Bengo continua a enfrentar desafios relacionados com a necessidade de aumentar a produção interna e contribuir para a redução da dependência das importações.

O PCA da instituição destacou os indicadores positivos registados na actividade produtiva, sublinhando a importância da continuidade dos investimentos para o crescimento da indústria angolana.

A diversificação económica permanece entre as principais prioridades, numa altura em que o país procura fortalecer a produção nacional e desenvolver sectores capazes de gerar emprego e valor acrescentado à economia.

Criação de emprego continua a ser um dos principais resultados

A criação de mais de 20 mil postos de trabalho em 17 anos constitui um dos principais indicadores do impacto da Zona Económica Especial Luanda-Bengo no mercado de trabalho angolano.

Com mais de uma centena de projectos em fase de conclusão e novos investimentos previstos, a infra-estrutura mantém perspectivas de expansão das actividades industriais.

Embora não tenham sido divulgados números sobre os empregos que poderão resultar dos projectos em conclusão, a continuidade dos investimentos representa uma oportunidade para o desenvolvimento de diferentes actividades profissionais e para o fortalecimento do sector produtivo nacional.

Ango Emprego – Notícias sobre Emprego, Economia e Mercado de Trabalho em Angola.

Fonte: RNA

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