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Incentivo ao empreendedorismo feminino

A ministra de Estado para a Área Social, Dalva Ringote, destacou os programas que o Executivo tem desenvolvido para fortalecer o apoio e fomento do empreendedorismo da mulher angolana.

Ao discursar ontem, na abertura da conferência que abordou o tema “Papel das Mulheres empreendedoras na produção Nacional”, à margem da Expo “Feito em Angola” que decorrer em Luanda,  frisou que no domínio da formação e capacitação, o programa de apoio atingiu um total de 1.187 empreendedores, dos quais 750 mulheres formadas no segmento agroalimentar e cadeia de valor.

Avançou que do total das mulheres formadas, 322 são gestoras de cooperativas, também denominadas de líderes comunitárias.

No domínio do financiamento, o Banco Africano de Desenvolvimento disponibilizou cerca de 165 milhões de dólares para apoiar projectos de diversificação da economia, sendo que 50 por cento do investimento foi canalizado para os projectos liderados por mulheres.

Outro apoio financeiro disponibilizado pelo Executivo prende-se com a linha de microcredito, no âmbito do Programa de Reconversão da Economia Informal (PREI) que permitiu a criação de 2.758 empregos, dos quais 1.246 foram ocupados por mulheres organizadas em cooperativas ligadas à agricultura e pescas.

O objectivo destas formações levadas a cabo pelo INAPEM, realçou Dalva Ringote,  visa garantir que, o efeito multiplicador do conhecimento se reflicta onde cada uma das mulheres esteja presente.

“A acumulação do conhecimento ao longo da nossa caminhada e no fim da  trajectória temos que ter a capacidade de dizer sim, e que, impactamos positivamente a vida de uma pessoa de um jovem”, destacou Dalva Ringote.

Com estas valências, Dalva Ringote salientou que é  positivo quando muitas jovens mulheres vindas dos diversos pontos do país, mesmo com dificuldades e constrangimentos que encontram na trajectória da vida económica, ainda assim, consigam captar as oportunidades para a  autoformação económica e social.

“É este crescimento que queremos, a manutenção da trajectória do desenvolvimento económico depende muito das mulheres por terem uma responsabilidade neste processo”, frisou Dalva Ringote, tendo sublinhado que “não há diversificação sem a contribuição da mulher”.

“Nada é feito sem as mulheres e tudo é bem feito com mulheres, logo, não queremos competir com os homens, queremos é ombrear com os homens”, apontou.

Destacou que as mulheres desempenham um papel preponderante no tecido produtivo nacional, garantindo sustentabilidade nas várias esferas em que estão inseridas, como líderes nas cooperativas agrícolas e das pescas, gerando empregos permanentes e temporários, elementos essenciais para fazer crescer e desenvolver a economia.

“Como mulheres temos essa função de alimentar, garantir a convergência das famílias, comunidades, a harmonia no meio em que vivemos, mas, tudo avaliado e ponderado, daí que, o esforço da mulher deve ser dobrado porque temos a responsabilidade de garantir que o melhor de nós deve ser deixado para que as gerações futuras possam beber de tudo quanto formos acumulando ao longo da nossa caminhada”, defendeu.

Fonte: Jornal de Angola

Ver mais em: https://www.jornaldeangola.ao/ao/noticias/executivo-incentiva-empreendedorismo-feminino/

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