Mulheres na província do Bengo defendem o agravamento das penas para os autores da violência doméstica e abusos sexuais.
A maioria delas reconhece que, nos últimos anos, houve avanços significativos na valorização do género, devido ao trabalho de órgãos competentes do Estado sobre o papel da mulher e sua importância como garante da família e da sociedade.
A psicóloga Elisa Salvador, directora pedagógica da escola do Sassá, reconheceu que, apesar da mudança de comportamento dos homens em relação às mulheres ainda falta muito por se fazer. Para ela as mulheres merecem tudo e muito mais.
“Se analisarmos aquilo que foi no passado, estamos muito avançados no que diz respeito à valorização do género, mais ainda é pouco. Hoje, temos uma mulher vice-Presidente da República e uma presidente da Assembleia Nacional, contrariamente ao tempo passado em que estes lugares eram ocupados na totalidade por homens”, salientou, lamentando, no entanto, o aumento de casos de abusos sexuais e de violência doméstica.
A professora do ensino primário, Arlete Joaquim Fula, 42 anos, disse que, nos últimos anos, verifica-se uma mudança significativa no comportamento da sociedade em relação às mulheres. Ressaltou, também, que hoje em dia várias mulheres já ocupam lugares de destaque no aparelho do Estado.
“Apesar do aumento de casos de abusos sexuais e de violência doméstica, as mulheres têm sido mais valorizadas nos últimos anos, na nossa sociedade. Hoje é possível ver mulheres com um nível académico bastante elevado, o que lhes possibilita ocupar lugares cimeiros em determinadas empresas e até mesmo na superestrutura do aparelho do Estado”, realçou.
Maria Teixeira, 38 anos, camponesa, considerou, por sua vez, haver um ganho no género. Defendeu mais valorização e respeito às mulheres gestantes nas maternidades, por considerar que muitas desrespeitam as outras na hora do parto.
“Não tive formação digna, mas as minhas filhas poderão beneficiar do reconhecimento do Governo às mulheres. Tenho a lamentar o facto de muitas mulheres desrespeitarem e maltratarem outras, principalmente, nos hospitais”.
Júlia Minga, 67 anos, comerciante de produtos do campo, disse que, recentemente, foi maltratada numa unidade sanitária e que não gostaria que outras mulheres passassem pelo o que ela passou. “Hoje há mais liberdade e valorização, espero que continue a melhorar dia após dia”, concluiu.
Fonte: JA
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