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Proibição da venda de combustível em bidões

Automobilistas e moto-taxistas, na cidade de Mbanza Kongo, aplaudiram a decisão tomada pelo Governo da Província do Zaire que visa pôr termo à venda de combustível em bidões, nos postos de abastecimento da cidade.

A decisão saiu de um encontro de auscultação e concertação social que o novo governador da província do Zaire, Adriano Mendes de Carvalho, manteve, há dias, com a sociedade civil da região.

José Pedro, automobilista, considerou acertada a medida tomada pelo governo local para se acabar com anarquia nas bombas da cidade de Mbanza Kongo.

Acrescentou que antes dessa decisão era difícil de abastecer os meios rolantes nas bombas, pois que alguns funcionários dos postos de abastecimento priorizavam bidões em detrimento a viaturas e motorizadas.

Garcia Matondo, também automobilista, a proibição da comercialização de gasóleo e da gasolina em recipientes vai desencorajar o contrabando de combustível para a República Democrática do Congo (RDC).

“Éramos obrigados a madrugar para ocupar lugares cimeiros na fila, mas mesmo assim saíamos das bombas sem combustível”, lembrou, para quem essa medida do governo deve vigorar para sempre.

Adriano Pereira, moto-taxista, disse que muitas vezes eram obrigados de abastecer apenas combustível de 1.000 kwanzas por cada motorizada, para dar prioridade aos cidadãos com bidões.

“É uma medida oportuna e acertada. Hoje, conseguimos de abastecer nas bombas à vontade e sem limitação da quantidade de combustível a comprar”, frisou.

Por sua vez, Afonso Kediviluako, também moto-taxista, lembrou que o cenário que se vivia nas bombas da cidade de Mbanza Kongo era insuportável, afirmando que faltava alguém para colocar “um basta” nesse esquema que envolve cidadãos de vários estratos sociais.

Numa ronda efectuada esta manhã pela ANGOP nas principais bombas da cidade, apurou-se que as mesmas dispõem de combustível (gasóleo e gasolina) e sem aglomeração de viaturas e motorizadas, um cenário já mais visto em Mbanza Kongo.

Recentemente, o governador da província do Zaire, Adriano Mendes de Carvalho, mostrou-se indignado com a constante falta de combustível nas bombas da cidade.

De acordo com o governador, a província do Zaire recebe semanalmente mais quantidade dos derivados de petróleo que a capital do país, Luanda, pelo que não se justifica a escassez de combustível nos postos de abastecimento da região.

“Vamos trabalhar para combater o contrabando de combustível que tem dificultado, até certo ponto, a locomoção das nossas populações”, concluiu.

Segundo apurou a ANGOP, um bidão de 20 litros de gasolina adquirido ao preço de 3.200 kwanzas nas bombas da cidade é comercializado a 20 mil kwanzas na fronteira com a RDC.

Fonte: Angop.ao

Ver mais em: https://www.angop.ao/noticias/economia/automobilistas-aplaudem-proibicao-da-venda-de-combustivel-em-bidoes/

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