Pela primeira vez o Governo gastou mais com educação e saúde do que com Defesa e Segurança
Pela primeira vez na história recente, os angolanos podem comemorar uma inversão de prioridades no orçamento público: Educação e Saúde receberam mais investimentos do que Defesa e Segurança. O marco é significativo, mas não sem desafios.
Segundo o Expansão, um rombo de 5,5 bilhões Kz no financiamento do Orçamento Geral do Estado (OGE) de 2024 expôs fragilidades nas receitas do país. Apesar de as receitas petrolíferas terem superado as expectativas em 1,3 bilhões Kz, elas não conseguiram cobrir o déficit gerado pelas receitas não petrolíferas, que ficaram 1,5 bilhões Kz abaixo do projetado.
Ainda assim, mesmo com cortes e dificuldades, o orçamento destinado à Defesa e Segurança não dominou os gastos, cedendo espaço para escolas e hospitais. Um reflexo da crescente pressão social por serviços básicos de qualidade.
Mas essa mudança será sustentável? O histórico aponta para incertezas. Em 2023, por exemplo, os números pareciam indicar um déficit até que, meses depois, a Conta Geral do Estado revelou uma execução de 101% da receita prevista. Como? Antecipação de receitas e empréstimos bancários.
Se em 2024 o Governo repetirá essa estratégia para equilibrar as contas, ainda é incerto. O que se sabe é que, pela primeira vez, as prioridades parecem estar mudando – e isso, por si só, já é um avanço.
📌 Fonte: Expansão
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